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Blogue de Alterne

Gosto de, sob o Facho, usar a Foice mas, tenho, no Martelo, o meu maior prazer.

Blogue de Alterne

Gosto de, sob o Facho, usar a Foice mas, tenho, no Martelo, o meu maior prazer.

"Serpentes! Raça de víboras! Como escaparão da condenação ao inferno?" Mateus, Capítulo 23, versículo 33.

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Mateus, Capítulo 23

27 “Ai de vocês, mestres da lei e fariseus, hipócritas! Vocês são como sepulcros caiados: bonitos por fora, mas por dentro estão cheios de ossos e de todo tipo de imundície. 28 Assim são vocês: por fora parecem justos ao povo, mas por dentro estão cheios de hipocrisia e maldade".

33 “Serpentes! Raça de víboras! Como escaparão da condenação ao inferno? 34 Por isso, eu envio profetas, sábios e mestres. A uns vocês matarão e crucificarão; a outros açoitarão nas sinagogas e perseguirão de cidade em cidade". 

Den Ständiga Resan (Marie Fredriksson,1958-2019)

När jag tänker på den ständiga resan genom livet
När det alltid känns som höst
Då vänder sig vinden sakta mot norr
Och blommorna dör
Det faller regn i mina drömmar

Jag måste resa igen och leta efter tröst
Jag måste leta igen efter ömhetens röst
Jag måste resa igen till nästa höst
Den ständiga resan till nästa höst

När jag vandrar på den steniga vägen genom livet
När det känns som jag bar på en sorg
Då gömmer sig solen sakta i moln
Och ordet är adjö
Snart faller snö i mina drömmar

Jag måste resa igen och leta efter tröst
Jag måste leta igen efter ömhetens röst
Jag måste resa igen till nästa höst
Den ständiga resan till nästa höst
Oooo den ständiga resan till nästa höst

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When I think of the perpetual journey through life
When it always feels like autumn
The wind moves slowly to the north
And the flowers die
Rain falls in my dreams

I must travel again and search for comfort
I must search again for the voice of tenderness
I must travel again to next autumn
The perpetual journey to next autumn

When I wander on the stony road through life
When it felt like I carried a sorrow
Then the sun hides slowly in the clouds
and the word is goodbye
Soon the snow falls in my dreams

I must travel again and search for comfort
I must search again for the voice of tenderness
I must travel again to next autumn
The perpetual journey to next autumn
Oooo the perpetual journey to next autumn

Letra: Marie Fredriksson (1958-2019)

Os dias adiante, sabem-me atrasados

 

Sinto não ser mais que uma cinza soprada,

Trazendo no peito um carvão ardido.

Melhor teria sido fechar-me dos anos que vivi.

Melhor teria sido o bom olhado do covil.

Pois nefandos são os dias,

E estranhas ficaram as minhas alegrias.

Tudo vi.

Os dias adiante, são como dias atrasados.

Ó, tivesse, mais cedo, a vida desistido de mim, 

E não ter visto a dor do meu pai, a morte da minha mãe,

E provado o sal do meu despedido irmão. 

 

Poema inspirado pelo espírito do Kalevala

 

 

 

"Nós não herdámos a terra dos nossos Pais. Pedimo-la emprestada aos nossos Filhos"

O Fim teve início quando expulsámos, da Terra, para os céus, os nossos Deuses. 

"Antes da existência da Terra habitada pelo Homem, havia apenas um grande vazio, o Ginungagap. A norte situava-se uma terra coberta de gelo e neblina, o Niflheim, e ao sul estava Muspelheim, a terra do fogo.

Um dia, o gelo e a lava, desses dois mundos, juntaram-se em Ginungagap, dando origem a Ymir, um gigante, e a Audhumla, uma vaca. Das tetas de Audhumla corriam quatro rios de leite, alimentando-se, ela, do sal que o gelo continha, e Ymir, do seu leite

Mais tarde, enquanto a vaca lambia um bloco de gelo, de dentro dele, surgiram Buri e Bestla. Os dois tiveram um filho chamado Borr, que gerou os deuses Odin, Vili e Vé.

Odin e os seus irmãos começaram a temer os gigantes, resolvendo matar Ymir. Quando o fizeram, a sua carne tornou-se terra, e o seu sangue, rios e oceanos. Dos ossos, cresceram montanhas, e dos seus cabelos nasceram as árvores. 

O cérebro de Ymir, ao ser lançado ao ar, criou as nuvens, e do seu crânio, vazio, provieram os céus e as estrelas. Assim surgiu o nosso mundo, Midgard.

Quando Odin, mais os seus irmãos, passeavam por Midgard, apreciando a nova Criação, notaram que algo faltava. Então, ao avistar dois troncos de árvore, caídos, Odin transformou-os no primeiro homem e na primeira mulher, Askr e Embla, dando-lhes o dom da vida.

Vili, seu irmão, deu-lhes o sentimento e o raciocínio, e Vé, a fala, a audição e a visão".

 

http://www.asatru.org/

Paredes de Coura, 16km (no Bosque procuro um mundo que se perdeu).

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"I remember the shining sanguine Sun, the frozen forests and fallen leaves, and the hollow hill under the sky.
 
I remember the complex cold caverns, the long tranquil tunnels
and the large underground lakes.
 
I remember the dim depths of the Earth, the lucid lady in the light
and her sacred stanza.
 
I remember the bright beast in her boat, the tall troll telling her tales,
and the honey in the haunted hollow.
 
I remember the protected password,
the secret soothing symbol
and the old Odal objects.
 
I remember the red runes on the rock, the spell of seeing being sung,
and the bold opening up of the beautiful burrow.
 
I remember the coming of man reborn, the birth of Baldur the bright,
the return of a world that was woefully lost."
 
Varg Vikernes. 
 
__________
 
" Lembro-me do sol reluzente, em cores rubras, dos bosques gelados e das folhas caídas, e dos segredos da montanha, trazidos do céu. 
 
Lembro-me das cavernas, das grutas e dos seus lagos, como pias batismais. 
 
Lembro-me da névoa densa, suor da Terra, e da iluminada Donzela, estendendo-me, das águas, o seu sagrado encanto. 
 
Lembro-me do Velho, de um só olho, que tudo sabe, Odin, da sombra do sábio Freixo, Yggdrasil, de Nidhogg, e do Longo Inverno, do Eterno Retorno, eu lembro-me.... 
 
Lembro-me da chave segredada, do Signo secreto da Herança, Odal, e das Runas de Fogo ecoadas em abrigos fechados. 
 
Recordo-me do Regresso do Homem, renascido, de Baldur, Iluminado, e da chegada de um mundo, maravilhoso, perdido na memória".
 
(Música: Varg Vikernes/Burzum. Tradução e adaptação a partir de um texto de Varg Vikernes
 
 
 
 

 

Suporto a vida como a dor que sei finita.

Música e Letra: Shape of Despair. Imagem: Excerto do filme, Cavalo de Turim, de Béla Tarr

"Em breve a vida partirá 

Numa esfera de emoções,

Que já não sinto. 

Nada me resta, em parte alguma. 

Todos partiram. 

Num nada tenho a compreensão, 

E o sentimento. 

Nunca quis esta vida, 

Este morrer fingindo viver,

Uma vida que me leva na morte". 

(tradução livre) 

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