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Blogue de Alterne

Gosto de, sob o Facho, usar a Foice mas, tenho, no Martelo, o meu maior prazer.

Blogue de Alterne

Gosto de, sob o Facho, usar a Foice mas, tenho, no Martelo, o meu maior prazer.

What were all those dreams we shared those many years ago, What were all those plans we made, now left beside the road. Behind us in the road. More than friends, I always pledge,   cause friends, they come and go. People change as does everything. I wanted to grow old. Just want to grow old. Slide on next to me,  I'm just a human being. I will take the blame, but just the same, this is not me, you see, believe, I'm better than this. Don't leave me so cold. I'm buried (...)
Dizem que sou louco por pensar assim Se eu sou muito louco por eu ser feliz Mas louco é quem me diz E não é feliz, não é feliz Se eles são bonitos, sou Alain Delon Se eles são famosos, sou Napoleão Mas louco é quem me diz que não é feliz, não é feliz Eu juro que é melhor Não ser o normal Se eu posso pensar que Deus sou eu e Brrrrr... Se eles têm três carros, eu posso voar Se eles rezam muito, eu já estou no céu Mas louco é quem me diz Que não é (...)
Whatsoever I've feared has come to life Whatsoever I've fought off became my life Just when everyday seemed to greet me with a smile Sunspots have faded and now I'm doing time Now I'm doing time 'Cause I fell on black days I fell on black days Whomsoever I've cured, I've sickened now And whomsoever I've cradled, I've put you down I'm a search light soul they say But I can't see it in the night I'm only faking when I get it right When I get it right 'Cause I fell on black days (...)
När jag tänker på den ständiga resan genom livet När det alltid känns som höst Då vänder sig vinden sakta mot norr Och blommorna dör Det faller regn i mina drömmar Jag måste resa igen och leta efter tröst Jag måste leta igen efter ömhetens röst Jag måste resa igen till nästa höst Den ständiga resan till nästa höst När jag vandrar på den steniga vägen genom livet När det känns som jag bar på en sorg Då gömmer sig solen sakta i moln Och ordet är adjö Snart (...)
Ouvindo : "Pago os meus impostos, separo o lixo, já não vejo televisão há cinco meses, todos os dias rezo pelo menos duas horas com um livro nos joelhos, nunca falho uma visita à família, utilizo sempre os transportes públicos, raramente me esqueço de deixar água fresca no prato do gato, tento ser correcto com os meus vizinhos e não cuspo na sombra dos outros. Já não me lembro se o médico me disse ser esta receita a indicada para salvar o mundo ou apenas ser feliz. (...)
09 Dez, 2019

Bom Astral

Registando elevações ou depressões com seus rios ou afluentes que umas vezes transbordam, outras, parecem ressequidos e/ou cansados de intempéries... Não há pressa em avistar o mar. Não há pressa que o sol brilhe, nem que a lua, iluminada por ele, surja no seu bailado feiticeiro. Assim vai a história construindo-se de pequeníssimas estorietas, reparo. Parece que o sonho partiu e quer abalroar-nos de vazio ou absorver-nos em poeira. Cegando-nos, devagarinho e querendo-nos (...)
Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio. Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio. Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos Que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas.                   (Enlacemos as mãos).   Depois pensemos, crianças adultas, que a vida Passa e não fica, nada deixa e nunca regressa, Vai para um mar muito longe, para ao pé do Fado,                   (Mais longe que os deuses).   Desenlacemos as mãos, (...)
Some people look at earth as a place of injustice. Some people look at earth as a prosperous and beautiful place. I, on other hand choose not to look, for I despise it all far too much. My wish is to put a stop to all earthly life and one day I will. Maybe not today, maybe not tomorrow, but one day the earth will burn and all living flesh will perish in the luscious flames of Armageddon. Other than for amusement I have no real interest in petty wars or genocide. What I desire is a (...)
INSÓNIA Não durmo, nem espero dormir. Nem na morte espero dormir. Espera-me uma insónia da largura dos astros, E um bocejo inútil do comprimento do mundo. Não durmo; não posso ler quando acordo de noite, Não posso escrever quando acordo de noite, Não posso pensar quando acordo de noite — Meu Deus, nem posso sonhar quando acordo de noite! Ah, o ópio de ser outra pessoa qualquer! Não durmo, jazo, cadáver acordado, sentindo, E o meu sentimento é um pensamento vazio. Passa (...)
  The song was composed by Jean-Michel Jarre to be played on a saxophone by Ron McNair, aboard the Space Shuttle Challenger. It would be the first song played and recorded in space. The Challenger was the second shuttle built, after Columbia. It went to space in 1983, on April 4, for the first time. Challenger was destroyed in the second minute of STS-51-L, the orbiter's tenth mission, on January 28, 1986. A defect in the fuel tanks caused the Challenger explosion. The explosion (...)
Quando está frio no tempo do frio, para mim é como se estivesse agradável, Porque para o meu ser adequado à existência das coisas O natural é o agradável só por ser natural. Aceito as dificuldades da vida porque são o destino, Como aceito o frio excessivo no alto do Inverno— Calmamente, sem me queixar, como quem meramente aceita, E encontra uma alegria no facto de aceitar— No facto sublimemente científico e difícil de aceitar o natural inevitável. Que são para mim as (...)