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Blogue de Alterne

Gosto de, sob o Facho, usar a Foice mas, tenho, no Martelo, o meu maior prazer.

Blogue de Alterne

Gosto de, sob o Facho, usar a Foice mas, tenho, no Martelo, o meu maior prazer.

Christopher Isherwood, A Single Man - "I realize that everything is exactly the way it was meant to be"

"A few times in my life I've had moments of absolute clarity. When for a few brief seconds the silence drowns out the noise and I can feel rather than think, and things seem so sharp and the world seems so fresh. It's as though it had all just come into existence.
I can never make these moments last. I cling to them, but like everything, they fade. I have lived my life on these moments. They pull me back to the present, and I realize that everything is exactly the way it was meant to be."
― Christopher Isherwood, A Single Man

 

Num dos meus filmes favoritos, uma das reflexões mais verdadeiras .

A Realidade é uma Ficção atrasada.

Desculpem a insistência, mas foi dos filmes mais maravilhosos que já vi. (divulgo-o aqui sem propósitos comerciais. Aluguem o filme, ou comprem o dvd)

 

Sobre, a possibilidade, da realidade retratada no filme Interstellar, leiam aqui.

Sugestão bibliográfica:

9780393351378 (1).jpg

https://www.fnac.pt/The-Science-of-Interstellar-Kip-Thorne/a6264492

Entrevista com Kip Thorne :

Kip Thorne foi Prémio Nobel da Física em 2017. 

 

Os mapas foram desenhados por homens poderosos. Nós é que somos os verdadeiros países, sendo as marcas dos nossos corpos as suas verdadeiras fronteiras

"Na escuridão, quantas horas tem o dia, ou quantos dias tem uma semana? Nós morrermos ricos nos amores, nas gentes que conhecemos, nos sabores que experimentamos, em corpos, nos quais entramos, e nadamos como se fossem rios. E em medos que escondemos dentro, como numa caverna. Quero que tudo fique marcado no meu corpo. Nós é que somos os verdadeiros países, e não as marcas desenhadas, em mapas, por homens poderosos".

 

Depois de o ver, li As Histórias de Heródoto

...

 

Brutal interpretação de Joaquin Phoenix. O filme retrata, como as circunstâncias económicas e sociais podem tornar pessoas normais, em "monstros".

Há uma crítica, bem presente, ao sistema político e económico actual , em que uns têm tudo e muitos têm pouco mais que sonhos. Uns mornos, cheios de nadas . Outros de vingança (sobre aqueles que afirmam ser a miséria culpa dos miseráveis).

Gostei mais da componente psicológica do filme, do percurso normal, de um indivíduo, em direcção à loucura, do que da outra, política .

Outro aspecto interessante, do filme, é como a violência pode surgir de um desejo esmagador de fazer o Bem. Assim dos mais justos, sairiam (saem) os mais violentos (o que é a justiça senão o uso da violência em nome do Bem?).

(Um aparte :Claro que em determinados casos os fins justificam os meios - nunca devemos matar, excepto em nome da paz (parodoxal). O Bem e o Mal como dependentes do contexto) .

Há no final um certo desconforto, no espectador, ao perceber que todos nós, sobre determinadas circunstâncias poderíamos ser o Joker , e por isso, por ele, acabamos por sentir certa empatia, compaixão pelo vilão.

Pergunto-me, quando o sistema está podre, corrupto, manietado, viciado pelo Poder político, as forças de segurança, de justiça, representam quem? Protegem - nos, ou são usadas pelo Estado para o protegerem do seu "Povo"? Batman, neste sentido, seria o vilão e Joker, o herói.

Uma pergunta final : Numa sociedade moldada por princípios imorais como deveremos olhar para os bem sucedidos, para os bem adaptados? Com admiração, ou repugnância?

Recomendo.

4*

...

 

No passado, o Homem, para viver, tinha, obrigatoriamente, de se adaptar ao meio ambiente, a algo, portanto, que não podia controlar. E então surgiram diversas Revoluções - a da Agricultura (domesticação de sementes e animais), a Industrial e a Cientifica - mas, paradoxalmente, em vez da prometida liberdade, que lhes servia de bandeira,  trouxeram-nos, apenas, mudanças de Senhor.

Tempos houve em que nos vergávamos às forças da natureza, tempos os de hoje, em que nos adaptamos à potestade maquinista.

 

Confesso acreditar, instintivamente, na impossibilidade de se encontrar um consenso mundial que evite o tal ponto de não retorno nas alterações climáticas (a famigerada subida de 6ºC na temperatura média global anual). Penso que a solução, mais plausível, tendo em consideração esta vontade humana de submeter o Real à sua vontade, será a colonização humana extraterrestre, colonização, esta, reservada aos tais 1% , detentores de 50% da riqueza mundial, aos principais responsáveis pela destruição do Planeta. A Terra, essa, ficará cadente, lugar dos sobrantes. E nas "Estrelas" erguer-se-ão cintilantes condomínios, que farão da Lua o seu campo de golfe. 

...

 

Talvez a série de televisão mais inovadora de sempre (1984-1990). Pela música, pelo elenco, por ter sido, maioritariamente, filmada durante a noite, e pelo singular guarda roupa (o tal blazer, com uma t-shirt por baixo)  - Gianni Versace era o seu consultor de moda.

...

“PIPPIN: I didn't think it would end this way.

GANDALF: End? No, the journey doesn't end here. Death is just another path, one that we all must take. The grey rain-curtain of this world rolls back, and all turns to silver glass, and then you see it.

PIPPIN: What? Gandalf? See what?

GANDALF: White shores, and beyond, a far green country under a swift sunrise.

PIPPIN: Well, that isn't so bad.

GANDALF: No. No, it isn't.”

...

Vi este filme, em VHS, tantas vezes que até decorei as legendas. Financiado, parcialmente, pela Marinha dos Estados Unidos com o propósito de aliciar a recruta dos jovens norte-americanos. Por causa deste filme sonhei em ser piloto da Força Aérea, comprando revistas de Aeronáutica estrangeiras, e decorando TODOS os modelos de Aviões Caça da NATO e do  Pacto de Varsóvia (a Guerra ainda era Fria).

 

Caças favoritos, da altura:

NATO:  F-14 Tomcat (usado no filme) e SR-71.

Pacto de Varsóvia: Mig- 25

 

...

 

Theoden: Who am I, Gamling?
Gamling: You are our king, sire.
Theoden: And do you trust your king?
Gamling: Your men, my lord, will follow you to whatever end.
Theoden: To whatever end...
Where is the horse and the rider?
Where is the horn that was blowing?
They have passed like rain on the mountains,
Like wind in the meadows.
The days have gone down in the West,
Behind the hills, into shadow.
How did it come to this?

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