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Blogue de Alterne

Gosto de, sob o Facho, usar a Foice mas, tenho, no Martelo, o meu maior prazer.

Blogue de Alterne

Gosto de, sob o Facho, usar a Foice mas, tenho, no Martelo, o meu maior prazer.

"And I'd join the movement if there was one I could believe in. No new ideas in the house and every book has been read."

Acrobat, U2.

"Don't believe what you hear
Don't believe what you see
If you just close your eyes
You can feel the enemy
When I first met you girl
You had fire in your soul
What happened your face of melting in snow?
Now it looks like this
And you can swallow
Or you can spit
You can throw it up
Or choke on it
And you can dream
So dream out loud
You know that your time is coming 'round
So don't let the bastards grind you down
No, nothing makes sense
Nothing seems to fit
I know you'd hit out
If you only knew who to hit
And I'd join the movement
If there was one I could believe in
Yeah I'd break bread and wine
If there was a church I could receive in
'Cause I need it now
To take the cup
To fill it up
To drink it slow
I can't let you go
I must be an acrobat
To talk like this
And act like that
And you can dream
So dream out loud
And don't let the bastards grind you down
Oh, it hurts baby
What are we going to do? Now it's all been said
No new ideas in the house and every book has been read
And I must be an acrobat
To talk like this
And act like that
And you can dream
So dream out loud
And you can find
Your own way out
And you can build
And I can will
And you can call
I can't wait until
You can stash
And you can seize
Responsibilities
And I can love
And I can love
And I know that the tide is turning 'round
So don't let the bastards grind you down"

 

 

 

Aos 14 anos senti...

  ...o que jamais esquecerei, tendo dado a volta, pelo adeus, ao bom dia. (Oh, yeah! It's no secret that the stars are falling from the sky. The universe exploded 'cause of one man's lie. Look, I gotta go, yeah I'm running outta change.
There's a lot of things, if I could I'd rearrange).

Porém, sinto-lhes a falta, dos dias de labirinto. Do, ao provar-me finito, saber a infinito. Foram dias de segredos, de iniciações, de mudanças de pele. Foram Anos de Serpente

Obrigadinho, /i, pelo trabalhinho matinal. Ficaram-me, hoje, mais três, embora tenha, cá dentro e num disco externo, os riscos do álbum todo. Usei, como critério, a leitura da pele de galinha, qual Áugure. 

Aos 16 anos, senti...

 

...o que jamais esquecerei, tendo dado a volta, pelo adeus, ao bom dia ("Those days run away like horses over the hill"). Porém, sinto-lhes a falta, dos dias de labirinto. Do, ao provar-me finito, saber a infinito. Foram dias de segredos, de iniciações, de mudanças de pele. Foram Anos de Serpente.

Agradeço, ao Júlio, pela, "gostosa", recordação. Zooropa foi, talvez, um dos meus três, quatro, "LP´s" de Formação.

 

Dirty Day

"I don't know you
And you don't know the half of it
I had a starring role
I was the bad guy who walked out
They said be careful where you aim
'Cause where you aim you just might hit
You can hold onto something so tight
You've already lost it
Dragging me down
That's not the way it used to be
You can't even remember
What I'm trying to forget
It was a dirty day
Dirty day
You're looking for explanations
I don't even understand
If you need someone to blame
Throw a rock in the air
You'll hit someone guilty
From father to son
In one life has begun
A work that's never done
Father to son
Get it right
There's no blood thicker than ink
Hear what I say
Nothing's as simple as you think
Wake up
Some things you can't get around
I'm in you
More so when they put me in the ground
These days, days, days run away like horses over the hill"

 

Den Ständiga Resan (Marie Fredriksson,1958-2019)

När jag tänker på den ständiga resan genom livet
När det alltid känns som höst
Då vänder sig vinden sakta mot norr
Och blommorna dör
Det faller regn i mina drömmar

Jag måste resa igen och leta efter tröst
Jag måste leta igen efter ömhetens röst
Jag måste resa igen till nästa höst
Den ständiga resan till nästa höst

När jag vandrar på den steniga vägen genom livet
När det känns som jag bar på en sorg
Då gömmer sig solen sakta i moln
Och ordet är adjö
Snart faller snö i mina drömmar

Jag måste resa igen och leta efter tröst
Jag måste leta igen efter ömhetens röst
Jag måste resa igen till nästa höst
Den ständiga resan till nästa höst
Oooo den ständiga resan till nästa höst

-------------------------------------------------------

When I think of the perpetual journey through life
When it always feels like autumn
The wind moves slowly to the north
And the flowers die
Rain falls in my dreams

I must travel again and search for comfort
I must search again for the voice of tenderness
I must travel again to next autumn
The perpetual journey to next autumn

When I wander on the stony road through life
When it felt like I carried a sorrow
Then the sun hides slowly in the clouds
and the word is goodbye
Soon the snow falls in my dreams

I must travel again and search for comfort
I must search again for the voice of tenderness
I must travel again to next autumn
The perpetual journey to next autumn
Oooo the perpetual journey to next autumn

Letra: Marie Fredriksson (1958-2019)

(Jeremy Soule) - "Quer gozemos, quer não gozemos, passamos como o rio. Mais vale saber passar silenciosamente"

Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio.

Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio.

Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos

Que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas.

 

                (Enlacemos as mãos).

 

Depois pensemos, crianças adultas, que a vida

Passa e não fica, nada deixa e nunca regressa,

Vai para um mar muito longe, para ao pé do Fado,

 

                (Mais longe que os deuses).

 

Desenlacemos as mãos, porque não vale a pena cansarmo-nos.

Quer gozemos, quer não gozemos, passamos como o rio.

Mais vale saber passar silenciosamente

 

                (E sem desassossegos grandes).

 

Sem amores, nem ódios, nem paixões que levantam a voz,

Nem invejas que dão movimento demais aos olhos,

Nem cuidados, porque se os tivesse o rio sempre correria,

 

                (E sempre iria ter ao mar).

 

Amemo-nos tranquilamente, pensando que podíamos,

Se quiséssemos, trocar beijos e abraços e caricias,

Mas que mais vale estarmos sentados ao pé um do outro

 

                (Ouvindo correr o rio e vendo-o).

 

Colhamos flores, pega tu nelas e deixa-as

No colo, e que o seu perfume suavize o momento —

Este momento em que sossegadamente não cremos em nada,

 

                (Pagãos inocentes da decadência).

 

Ao menos, se for sombra antes, lembrar-te-ás de mim depois

Sem que a minha lembrança te arda ou te fira ou te mova,

Porque nunca enlaçamos as mãos, nem nos beijamos

 

                (Nem fomos mais do que crianças).

 

E se antes do que eu levares o óbolo ao barqueiro sombrio,

Eu nada terei que sofrer ao lembrar-me de ti.

Ser-me-ás suave à memória lembrando-te assim — à beira-rio,

 

                (Pagã triste e com flores no regaço).

 

12-6-1914

Odes de Ricardo Reis . Fernando Pessoa. (Notas de João Gaspar Simões e Luiz de Montalvor.) Lisboa: Ática, 1946 (imp.1994). - 23.

A Realidade é uma Ficção atrasada.

Desculpem a insistência, mas foi dos filmes mais maravilhosos que já vi. (divulgo-o aqui sem propósitos comerciais. Aluguem o filme, ou comprem o dvd)

 

Sobre, a possibilidade, da realidade retratada no filme Interstellar, leiam aqui.

Sugestão bibliográfica:

9780393351378 (1).jpg

https://www.fnac.pt/The-Science-of-Interstellar-Kip-Thorne/a6264492

Entrevista com Kip Thorne :

Kip Thorne foi Prémio Nobel da Física em 2017. 

 

Jean Michel Jarre - Last Rendez-Vous (Ron's Piece) - "Challenger"

 

The song was composed by Jean-Michel Jarre to be played on a saxophone by Ron McNair, aboard the Space Shuttle Challenger. It would be the first song played and recorded in space. The Challenger was the second shuttle built, after Columbia. It went to space in 1983, on April 4, for the first time. Challenger was destroyed in the second minute of STS-51-L, the orbiter's tenth mission, on January 28, 1986. A defect in the fuel tanks caused the Challenger explosion. The explosion happened during the take-off and all the crew members were killed, including the teacher Christa McAuliffe, the first civil person that participated in a space flight.

 

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