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Blogue de Alterne

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Setembro 11, 2019

Vorph Valknut

 

 

São cada vez mais numerosas as doenças que não se tratam, e consequentemente mais frequentes os medicamentos que, prescritos, atenuam, mas não eliminam, os sinais clínicos, o que invariavelmente conduz a que as doenças ganhem um carácter crónico. Mais tarde, ou mais cedo, todos seremos crónicos, sem grandes crónicas (talvez as coisas se relacionem, não sei).

 

E também não sei, ou talvez julgue saber, vá lá, o porquê das doenças, na sua maioria, adquirirem cronicidade. Mas isso é assunto para outras crónicas.

 

Focando o meu texto na Depressão /Patologias Mentais e correndo o risco de apelidarem esta minha opinião de neomarxista, vejo como possível etiologia, daquelas doenças, uma desadequação entre a nossa biologia (lenta nas suas evoluções, involuções e adaptações) e os saltos de tigre culturais e societais. Mas acredito que possa estar errado e se resuma tudo a uma falta de vontade e não à falta de tempo . Que também aqui, como nos lembram homens, excepcionais, de grandes certezas , não haja vítimas. Apenas  pessoas, ordinárias, que finjem grandes males.

 

 

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Setembro 08, 2019

Vorph Valknut

 

Tenhamos cuidado com certos dizeres, ditos da sabedoria popular, porque muitas vezes, tais engenhosos saberes provêm de donos de Engenhos. Inventiva propaganda que pretende justificar, manter, convencer que o sistema social, político, económico, a distribuição do Poder, ou mesmo que a Injustiça, a todos visível, é justa, pois certa é a Ideologia, vigente, que não impede a cegueira da Justiça.
Limitando-me ao Trabalho, se quem trabalha for convencido que o Trabalho é um Valor, que vale por si, é meio caminho andado para deixarmos de ter pé, entre o que é digno trabalho, e o que é indigna exploração (o que se recebe, como pagamento do trabalho, vale menos que o sacralizado Trabalho).

"O trabalho enriquece, a preguiça empobrece"

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Agosto 28, 2019

Vorph Valknut

"É um fenómeno curioso: o país ergue-se indignado, moureja o dia inteiro indignado, come, bebe e diverte-se indignado, mas não passa disto. Falta-lhe o romantismo cívico da agressão. Somos, socialmente, uma colectividade pacífica de revoltados"

Miguel Torga

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Julho 29, 2019

Vorph Valknut

As linhas prosseguidas pelos partidos conduzir-nos-ão ao desastre. Falam no multiculturalismo, que consiste em misturar, num saco, toda a diversidade humana, e deus saberá qual o resultado. Eles querem ver-se livres da diversidade existente, todos esses pequenos homens cinzentos, pretendem livrar-se da beleza das diferentes culturas. Detestam o que é natural, nobre, belo. Pretendem tornar-nos, a todos, como eles. Pequenos e cinzentos. Nós dizemos que isso não resultará, nem devemos desejar que resulte. Podemos viver em paz e felizes, lado a lado, em diferentes países, com desenvolvimentos diferentes, especificidades diferentes. Mas não podemos, não devemos misturar tudo, pessoas e culturas com diferentes valores, culturas divergentes. Isso apenas nos conduzirá ao caos. Esta politica de misturas, do multiculturalismo, o que realmente significa? Não significa, decerto, Liberdade, Irmandade. Isso são invenções criadas pelas forças vis que querem destruir, explorar o povo no fururo, como fizeram no passado. Todos sabemos o que aconteceu na década de 30, do seculo XX. Todas estas Forças da Finança foram para esses países esquecidos, explorarem as suas pessoas, para produzirem bens baratos sob condições desumanas, arruinando as fábricas e o trabalho digno de milhões de europeus. Têm-nos substituído por trabalhos humilhantes, pagos com salários de fome. Com que propósito? O Lucro, apenas. E o que aconteceu entretanto. A China, o país mais populoso do mundo, lançada nas mãos do comunismo. Mas o que se esperava quando as pessoas são tratadas de forma humilhante, lançadas na pobreza, na miséria? Tem sido este o resultado da Financeirização do Mundo. A Finança sempre ávida de novos mercados, para explorar. E para onde ela se volta quando os trabalhadores já não aguentam mais, morrendo de exaustão, de doença, pondo fim às suas vidas? Para novas pastagens, terras virgens, onde erigem as suas bandeiras. E os europeus perante esta sempre nova exploração fecham os olhos, não querendo saber. Mas um dia os seus empregos também se perderão. É isto o que queremos para a Europa? E montadas nos seus gigantescos lucros as Corporações tomarão, tomaram conta dos governos, da nossa vontade, escolherão, por nós, e para nós o nosso futuro. É uma infantilidade pensarmos que os Governos governam os seus países. O Governo mundial é o Governo da Finança e o único Poder real o do Dinheiro

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