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B(V)logue de Alterne

Gosto de, sob o Facho, usar a Foice mas, tenho, no Martelo, o meu maior prazer.

B(V)logue de Alterne

Gosto de, sob o Facho, usar a Foice mas, tenho, no Martelo, o meu maior prazer.

11.04.20

Por quanto mais tempo temos, os "privados", de ser tratados como portugueses de segunda?


Vorph "Girevoy" Valknut

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Poderia argumentar que o Estado, sendo financiado pelos impostos sobre a economia, e dependendo a economia do sector privado, vive parasitando o trabalhador daquele sector. Suga o "sócio gerente", o "trabalhador independente", este com pouquíssimos Direitos e múltiplas obrigações, o empreendedor /empresário que, não raramente, decide arriscar, pondo em "cheque" a sua vida, o seu sossego (o que sabe, disso, o Sr. Feliz e Contente funcionário público?!). Para dar de mamar a uns portugueses predilectos, o Estado esmifra a maior parte da população. Então, não somos todos, Estado?! Só quem trabalha para o Estado (como se o trabalhador do sector privado, independente, etc, não trabalhasse para esse "monstro" ) recebe, em lay off, a totalidade do seu vencimento, só no Estado se dão dois dias de tolerância de ponto, nesta Páscoa, particular, em que se pede, a meio mundo, o sacrifício de ficar fechado, "sem receber". Só no Estado se asseguram empregos vitalícios, independentemente dos seus "empregados" fazerem ou não falta nos serviços, muitos tornados, com o avanço da tecnologia, obsoletos. Outros, não poucos, continuando a "fazer parte do quadro", apesar da gritante e manifesta incompetência. Pergunto, quantos funcionários públicos foram para o desemprego, após a extinção/fusão das Juntas de Freguesia? Quantos perderam o emprego com a crise, passada? Quantos ficarão sem trabalho, na próxima crise? Entretanto clamam esses pavões, já, por aumentos salariais? Isto é gozar com o pagode. 

Seria-me legítimo inferir que, o rapinanço estatal é a causa maior dos maus empregos e das péssimas remunerações da maioria dos portugueses que, por azar ou por falta de "conhecimentos", não tiveram a "sorte" de entrar no Estado (os trabalhadores do Estado, essa espécie única, entre uma maioria deserdada, que recebe sempre acima do salário mínimo nacional).

Levamos meio ano a pagar impostos ao Estado e eu nunca os vejo a fazer nada. As Autoestradas são privadas, a Energia também, a "Água" idem aspas, salvo raríssimas excepções. A classe média baixa recorre, crescentemente, e só "deus" sabe com que sacrifício, aos Seguros de Saúde, pois ir ao SNS é "de ficar doente", com as esperas demoradas para uma consulta médica banal, um exame complementar trivial, mais o desmazelo das estruturas, das pessoas.

Levam-me (nos) da remuneração 1/4 por cada serviço prestado, e garanto-vos que nunca vi o Estado sentado ao meu lado, no carro. Aliás, nunca vi o Estado fazer a ponta de um chavelho, senão cobrar cada vez mais impostos para, apenas, cumprir com os aumentos salariais automáticos, prometidos, aos seus portugueses dilectos. 

 

Para quando a Reforma do Estado? Isto é, para quando um toboggan que leve, de lá, essa maioria silenciosa, porque incapaz e sem remédio?

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