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Blogue de Alterne

Gosto de, sob o Facho, usar a Foice mas, tenho, no Martelo, o meu maior prazer.

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Gosto de, sob o Facho, usar a Foice mas, tenho, no Martelo, o meu maior prazer.

Com a tribuna do Governo vazia e sem que qualquer deputado fizesse comentários laterais ou o tivesse questionado no fim, André Ventura subiu ao palanque do plenário da Assembleia da República para acusar António Costa de ter mentido no debate quinzenal.

 

Esta deputação, dos ditos Partidos desancados da (des) Governação, não aprendeu (com as óperas bufas de Trump, ou Bolsonaro), não aprende, ou não quer aprender. Irão futuramente aprender a arrepender-se. 

4 comentários

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    Vorph Valknut 21.11.2019

    Depende da definição de populismo.
    Um Partido que baseie as suas soluções em simplificações de problemas complexos é populista.
    Um partido que recorra a uma retórica politica identitária, associando uma raça, uma etnia, etc, a um conjunto de características viciosas (genéticas, etc) é mais que populista (a sub-humanização antecede, SEMPRE, a barbárie, o genocídio - as baratas tutsis, do Ruanda, os bacilos judeus, da Alemanha, os pretos, macacos, aqueles do sul da europa...)
    Um líder politico que afirme que a sua eleição dependeu da vontade de deus, e que acredite que o seu programa emana da divindade é mais que populista ( no fascismo, verdadeiro, há sempre um fascínio pelo oculto - ex: Vril e Sociedade Thule)
    Um líder politico que apele, que alimente, os mais baixos instintos, escondidos sob a patine da civilidade é um populista.
    Um politico que resuma o seu programa politico à Ordem e Segurança é um populista.

    André Ventura é populista, com laivos de algo que, facilmente o podem levar a algo sinistro.

    Atenção: Prefiro a diversidade actual do Parlamento ao monolitismo anterior.
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    /i. 21.11.2019

    Correcto, novamente.
    O André Ventura é isso e mais um par de botas..
    Eu queria chegar a um ponto: quando surgem estas personagens à direita tentam logo silenciar, descredibilizar, no entanto, personagens da esquerda têm condescendência com as parvidades que dizem. Tem medo de uma ditadura de direita, mas não têm medo de uma ditadura de esquerda (que no fundo já há motivos de preocupação porque está instalada com a bênção do populista-mor tio celito).
    Ninguém nos debates ou entrevistas encosta às cordas a Catarina Martins com perguntas como devem ser. O PCP não é descortinado e nem investigado por ninguém. São uns queridos com o bonacheirão do Jerónimo que foi afinador de máquinas a part-time (de manhã ia afinar a máquina da fábrica e de tarde ia para o centro de trabalho afinar a cabeça para decorar a cartilha).
    Lembro-me recorrentemente destas palavras que li num livro do Philip Roth: " os comunistas querem tornar a vida mais fácil para todos e, portanto, é por isso que nos torturam."
    Ninguém é capaz de dizer a essa gente que o comunismo é uma ideologia muito engraçada de se ler, mas que na prática não funciona e leva à destruição, falência dos países (olhemos para a venezuela, bolívia...).

    Eu gosto deste Parlamento. Gosto de pluralismo. Não gosto é desta forma de se fazer política dos partidos do sistema. E dos protegidos: pcp, be
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    Vorph Valknut 21.11.2019

    "Tem medo de uma ditadura de direita, mas não têm medo de uma ditadura de esquerda"

    /i atenta que, é só uma hipótese a que aqui vou deixar :

    Talvez não tenham medo porque, ninguém se lembra de uma ditadura, de esquerda, em Portugal. O mesmo não se pode dizer sobre a dita-dura de Direita, que durou uns 40 anos.

    Anedota :

    Sabes porque o Presidente Marcello Caetano andava sempre com uma das mãos nos bolsos? Para manter a dita, dura.

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