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B(V)logue de Alterne

Gosto de, sob o Facho, usar a Foice mas, tenho, no Martelo, o meu maior prazer.

B(V)logue de Alterne

Gosto de, sob o Facho, usar a Foice mas, tenho, no Martelo, o meu maior prazer.

05.12.19

Greta Thunberg. Ambientalismo e Neo-Marxismo.


Vorph "ги́ря" Valknut

 

1) É consensual, dentro dos limites permitidos pela ciência, ter a actividade humana influência, substantiva, nas mudanças climáticas verificadas desde, pelo menos, o séc XIX (século de grande expansão industrial) mas, sobretudo, a partir das décadas de, 20, do século passado, através da vulgarização dos combustíveis fósseis, como principal fonte energética e de 60, em consequência das "revoluções", operadas, no sistema bancário/crédito, na indústria, voltada, após a IIGG, para a produção de bens de consumo, bem como das técnicas de marketing (neuromarketting), subsequentes aos estudos de psicologia social e à investigação sobre condicionamento/manipulação comportamental (ex: Project Monarch). 

2) É consensual ser impossível, além de demencial, continuarmos com o actual estilo de vida, baseado num consumo/produção desbragado e imoral.

3) É consensual que ajamos, no imediato, para evitar chegarmos a um ponto de não retorno.

4) Não é consensual quais as estratégias a serem adoptadas que visem o combate, a mitigação, das alterações climáticas.

5) É consensual que o modelo económico presente, deriva do "Capitalismo à Americana", baseado no consumo, via obsolescência "programada" dos produtos.

6) É consensual que o hiperconsumismo se deve à inovação tecnológica mas, também, de complexas campanhas de marketing (manter o consumidor insatisfeito pela criação de necessidades).Parece-me evidente que a crispação sobre "o que fazer? " se relaciona muito mais com lutas ideológicas intestinas, do que propriamente com a necessidade de agir. Esta tensão origina-se, subliminarmente, ou não, das propostas apresentadas, pelos académicos/ambientalistas, concentrarem-se, unanimemente, numa revisão do modelo económico (o tal capitalismo/hiperconsumismo), interpretadas pelos capitalistas fundamentalistas, como tentativas espúrias das vanguardas vermelhas para, em nome do ambiente, implementarem as suas agendas marxistas derrotadas nas "assembleias de voto".

7) É consensual, ou parece-me a mim consensual, que efectivamente poderá haver nos movimentos ambientalistas, brigadas vermelhas, que secundarizam preocupações nobres e legitimas (o equilíbrio da biosfera, a qualidade de vida das gerações vindouras,etc), perante fins, ilegítimos, de engenharia social.

8) Parece-me, por último, consensual que decorrem, de forma sofisticada, campanhas de desinformação, de "baralhação" sobre a influência, ou não, da actividade humana nos desequilíbrios naturais, a todos, por demais, evidentes. Campanhas, estas, financiadas pelas poderosíssimas empresas petrolíferas (petrodólares) e não pelas vulneráveis ONG, dedicadas à protecção ambiental. Aliás, consultando a história verificamos, ser regra as "Corporações" descredibilizarem factos científicos pela manipulação da opinião pública, através do patrocínio de estudos "marretados" por cientistas "sibaritas".

 

Sobre este assunto nada mais há a dizer.

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