Alto da Pedrada - Fojo da Cabrita






Hoje fiz um tipo de quarentena, ao natural. O coronavírus não sobe tão alto. Agora a sério, já houve um caso registado na escola do meu filho. Aguardemos.
Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]






Hoje fiz um tipo de quarentena, ao natural. O coronavírus não sobe tão alto. Agora a sério, já houve um caso registado na escola do meu filho. Aguardemos.
Think for yourself you know what you need in this life
See for yourself and feel your soul come alive tonight
Here in the moment we share, trembling between the worlds we stare
Out at starlight enshrined, veiled like diamonds in...
...Time can be the answer, take a chance, lose it all
It's a simple mistake to make to create love and to fall
So rise and be your master you don't need to be a slave
Of memory ensnared in a web, in a cage
I have found my way to fly free from the constraints of time
I have soared through the sky seen life far below in mind
Breathed in truth, love, serene, sailed on OCEANS OF BELIEF
Searched and found life inside, we're not just a moment in time...
...Can be the answer, take a chance lose it all
It's a simple mistake to make to create love and to fall
So rise and be your master you don't need to be a slave
Of memory ensnared in a web, in a cage
Podem, se quiserem, ouvir, de imediato, a sua opinião sobre os planos de contenção, e medidas preventivas individuais, a partir do minuto 7:50.
Livro recomendado :

Review
"Michael Osterholm is one of the best epidemiologists -- hunters of infectious diseases -- of our time. When Osterholm tells us that the potential for global pandemics is a life-or-death issue for every person on the planet, we need to listen. Deadliest Enemy is a powerful and necessary book that looks at the threat of emerging diseases with clarity and realism, and offers us not just fear but plans."― Richard Preston, author of The Hot Zone and The Demon in the Freezer
"This book will change the way you think. It is clear, well written, and has a narrative drive provided by a subtext worthy of Stephen King. It is also based on solid science--in fact, I wish the science weren't so solid, so I could dismiss its conclusions. If enough people--or the right people--read it, it will do what few books can do: it will save many, many lives."
― John M. Barry, author of The Great Influenza: The Story of the Deadliest Pandemic in History and Rising Tide: The Great Mississippi Flood of 1927 and How It Changed America
"Osterholm and Olshaker calmly show us that Mother Nature is the 'greatest bioterrorist of them all.' Marshaling solid scientific evidence, they question why we have spent billions on the 'war on terror' and virtually nothing for an inevitable calamity that will kill millions. This stunning book is a clarion call to mount a Manhattan Project 2.0 that would prepare for the coming global pandemic. Someone should listen."― Kai Bird, Pulitzer Prize-winning historian and coauthor of American Prometheus: The Triumph and Tragedy of J. Robert Oppenheimer
"As a former governor responsible for the welfare and health of my state, and a former United States Senator concerned with national security, I applaud Deadliest Enemy as a chilling and important wakeup call. Not only is it a fascinating human story and medical detective drama, it lays out the great public health challenges facing humanity and the actions that need to be initiated or enhanced to avert their life or death consequences."― Bob Graham, former Governor of Florida, U.S. Senator and Chairman of the Senate Intelligence Committee
"Dr. Michael Osterholm is 'the Paul Revere of the Germ War.' To those of us who have peered over the horizon and seen the enemy, his work is heroic and critical. So I am extremely gratified that he and Mark Olshaker are now sharing that vital knowledge and insight in their compelling new book, Deadliest Enemy."― Michael Leavitt, former Governor of Utah, Administrator of the Environmental Protection Agency and Secretary of Health and Human Services
About the Author
Dr. Michael Osterholm is Regents Professor, McKnight Presidential Endowed Chair in Public Health, and the founding director of the Center for Infectious Disease Research and Policy (CIDRAP) at the University of Minnesota. An internationally renowned epidemiologist, he has been at the forefront of public health preparedness, has led many outbreak investigations of international importance, and advises world leaders on the ever-growing list of microbial threats.
https://www.amazon.com/Deadliest-Enemy-Against-Killer-Germs/dp/0316343692
Um dia fui visitar uma amiga, doente oncológica. Negligenciada pela família, há anos, tendo perdido um filho, ainda nova, perguntou-me, quando lhe desejei as melhoras : Para quê?
Eu, sabendo a história, fiquei sem resposta, pois estava ela carregada de razão e eu não. Não sei o que fiz a seguir. Talvez tenha fugido segurando-lhe a mão.
Para limpar o sebo ao "corona" está recomendada uma lavagem, a álcool, por dentro e por fora.
Se do vosso buraco a ouvirem tapem, primeiro, os ouvidos.
O Presidente decidiu ficar em clausura após ter frequentado uma escola onde foi registado um caso clínico de coronavírus, segundo informações prestadas pela Casa Real. Os jornalistas, que entretanto contactaram com Marcelo, foram informados, através da linha SOS24, a permanecerem, apenas, atentos (ou seja, e segundo me parece, a serem, tão só, bons jornalistas).
Tenho-me recordado de Camus, e do livro, A Peste.
Adoeço ao ver todo este deprimente circo, montado em torno de uma pandemia cujo vírus :
1) apresenta um período de incubação até 15 dias.
2) a maioria dos infectados não desenvolve sintomatologia.
3) a sintomatologia é na esmagadora maioria ligeira e não patognomónica.
4) com uma taxa de mortalidade a rondar os 3%.
5) cujas vítimas mortais apresentam patologias intercorrentes.
Com todas estas características biológicas como diabos conseguirão contê-lo?
A Comunicação Social portuguesa dá-me asco, as Instituições de Saúde Pública, nacionais e internacionais, ao invés de sossegarem a população, crucial para o controlo de qualquer pandemia e manutenção da ordem pública, inquietam e desassossegam.
Ou não nos contaram a história toda ou é tudo mau demais.
Os tempos parecem de peste cerebral, com a Itália a suspender funerais (de uma desumanidade atroz) e o Papa a dar hóstias on line.
Não tarda, de uma taxa de mortalidade de 3%, passaremos para uma taxa de desespero total.
Ao pequeno almoço, com sorte, terei direito a um directo do Júlio de Matos. Pergunto-me: E se isto tudo fosse mesmo a sério?
"The evil that is in the world comes out of ignorance, and good intentions may do as much harm as malevolence, if they lack understanding"
"Beware the knowers
Beware those who are always reading books
Beware those who either detest poverty
Or are proud of it
Beware those quick to praise
For they need praise in return
Beware those who are quick to censor
They are afraid of what they do not know
Beware those who seek constant crowds for
They are nothing alone
Beware the average man the average woman
Beware their love, their love is average"






(pegada de Lobo)



Percurso com subida e descida pelo mesmo trilho (antiga estrada das minas, intransitável para veículos motorizados), inserido numa Zona de Protecção Máxima, do Parque Nacional Peneda Gerês (carece de autorização prévia).

(Obrigado, Diogo!!! Ficou melhor que o original. Grande abraço).
Nunca precisei das leis da termodinâmica para coisa nenhuma. Sendo, na maior parte do meu tempo, uma pessoa, é-me bastante mais útil usar Montaigne, Papini,Torga, Alexander Pope, Shakespeare, Platão, Séneca, Leopardi, Bolano, "Nandinho", para compreender a vida, do que Hawkins ou Hubble. Aliás, não tenho muita paciência para ignorantes, os tais que não se interessam pelas coisas maiores da vida (as que têm, em si mesmas, valor e não no que permitem materialmente obter). São aborrecidos, aborrecem, e aborrecem-se com extrema facilidade. Não há fórmula matemática que me explique a gravidade de "A Morte e Marcha Fúnebre de Siegfried", de Wagner ou a "Sonata ao Luar", de Beethoven. Ouvindo, sentindo, aprendo o que nenhum livro, sobre números, jamais me ensinará. Resolvo, nos sentimentos, delas, todos os mistérios do mundo. E quem não sente, não as sente, não é Homem. É número, objecto, pedra, um vazio de gente que ocupa um espaço de nada.
Uma filosofia que se aprende não pensando.
Descobri, a sério, Nietzsche em 1995, numa loja, de comes e bebes, em Alcântara. À saída rodei, ao acaso, uma ilha onde estavam expostos alguns livros. Fiquei de frente para um. Na capa, uma montanha e um céu, vermelho, de tormenta. Tinha como título, "Assim Falou Zaratustra". Tirei-o, olhando a contracapa. Havia, nela, uma breve resenha biográfica. Tendo morrido louco pensei, de imediato, que tinha vivido sabiamente. Li-o, reli-o, rabiscando as margens, sublinhando a diferentes cores, em diferentes alturas.
Anos mais tarde, fui à apresentação de um Ensaio, sobre o "herético" escritor alemão, que me formou, como numa bigorna. O autor era, julgo, jornalista, e espanhol. Repetia a jeremiada, requentada, de ser a filosofia nietzschiana um suporte intelectual, ideológico, do racismo, sobretudo do nazismo. Indignado, levantei-me, dizendo pior, como é meu hábito, o que tinha pensado. "Que não era verdade!! Que Nietzsche era anti-nacionalista, mais, que Nietzsche era anti-alemão (anti-prussiano, como ele mesmo escreveu)!! Um europeísta, isso sim". Mas, sobretudo, um filósofo que punha em causa a "verdade científica" da moral cristã. Uma moral que Nietzsche interpretou como um instrumento, político, ao serviço do Poder burguês. Nietzsche matou "deus", mas não o fez sozinho. A revolução científica do século XIX, deu-lhe a baioneta ensanguentada. Porém, Nietzsche não conseguiu reconstruir, sobre os escombros, um novo e coerente sistema de ideias, sempre mais fascinado com o Martelo, do que com a Régua. A sua filosofia era, portanto, uma "Filosofia de Martelo". Nietzsche escreveu, maioritariamente, em aforismos, em curtas sentenças, dando azo a inúmeras interpretações, fazendo, curiosamente, lembrar as alegorias de cristo, seu inimigo figadal (a filosofia de jesus era, para o filósofo alemão, uma filosofia cobarde, adequada, apenas, aos medíocres, aos "escravos", ao "Homem de Rebanho"). Ironicamente, no final da sua vida, Nietzsche assinava as suas cartas, os seus últimos e desgarrados escritos, como "O Crucificado". Para o poeta alemão, o Homem, quando conhecedor de si mesmo, enforcar-se-ia na corda do seu próprio pensamento. E nisto, julgo achar muita verdade. O melhor é mesmo não pensar, ou pensar pouco sobre(tudo) .
"Now —
Alone with yourself,
Paired in your own knowledge,
Amid a hundred reflections
Before your false self,
Amid a hundred dubious
Memories,
Weary from every hurt,
Chilled by every frost,
Strangled by your own rope,
Self-knower!
Self-hangman!"
Livro recomendado :
