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Blogue de Alterne

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Setembro 08, 2019

Vorph Valknut

 

Quando penso sobre a libertação do Homem, do Trabalho, faço-o metaforicamente. Trabalhar é transformar, mas pensar, entender, é também transformar, o que existe dentro e o que existe fora. Por isso Pensar é Trabalhar.

Quando falo em usar a tecnologia para substituir o Homem, sigo o raciocínio inicial, aquando da invenção da primeira máquina a vapor. Tornar menos pesada a vida. Tornar menos presente a necessidade. Tornar o Homem mais Livre (da Necessidade) . É nisto que consiste a ciência. É nisso que ela se justifica.

Quando falo na substituição do Homem, pela máquina, vinco também a eficiência superior da máquina na execução de um trabalho e como isso se traduz numa poupança de recursos (materiais, intelectuais, espirituais) . Recursos que poderiam ser usados para outros fins, ou apenas não gastos.

Claro que as hierarquias nunca desaparecerão, apenas mudariam. Mas julgo que seria preferível ter como exemplo o pai, que usa o seu tempo com a família, do que aquele que, em nome da família, o gasta, e se agasta, longe dela.

Quanto aos interesses cósmicos, metafísicos, quanto às grandes questões da vida, desdenhadas por esta pragmática sociedade, habituada, ensinada sob o Altar do Trabalho, talvez se houvesse mais tempo, e menos preocupação com as coisas comezinhas da vida, houvesse mais atenção, na Escola, e nos pais, em formar Pensadores e não trabalhadores. Lembrando-me de Einstein, a Sabedoria é o que fica depois de esquecermos o aprendido na Escola.

Como pode haver Progresso, se as preocupações, de hoje, são as mesmas do que no passado? No fundo, apenas comer, quando não um esquecer.

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