Hoje, Serra Amarela.
Vorph "ги́ря" Valknut
(fotografias ao final do dia... com sorte)
Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]
Vorph "ги́ря" Valknut
(fotografias ao final do dia... com sorte)
Vorph "ги́ря" Valknut
Vorph "ги́ря" Valknut
Vorph "ги́ря" Valknut
Vorph "ги́ря" Valknut
Vorph "ги́ря" Valknut
An empty room
What are we living for
It is for you
It is for me
Another weak soul
-why is it so hard
Is home far from here
Can you tell me
Whar are we living for
I am lost in a prison
-in my old thoughts
My hands are tied
I cannot reach the end
A part of me
Is falling apart
And finally I understand
We all cannot be saved
How can I give you love
When you never understand
What's behind these buildings
How can I show you feelings
When you're living in a combination
Of fear
Forgive me because my eyes are
Shaved forgive me because my
Head is shaved forgive me
Because my blood is boiling forgive
Me because my skin is bleeding
Sorrow's been taking my soul away
I'm lost in a cave
-in my own thoughts
My hands are tied
I cannot reach light
They're hunting me while
I'm trapped
Inside this useless body
They're possessing me
It is a prison on the wrong
Side of mankind
Let me be
Free at last...
Vorph "ги́ря" Valknut
Os que pretendem, nos EUA e "cá", branquear o racismo contra os pretos, afirmando que também estes são racistas, acabando numa generalização, amoral, de ser o racismo todo igual e universal, partem de falsas premissas. O sentimento/emoção racista, em menor ou maior grau é universal (está nos genes), sim senhor, mas ele não tem todo o mesmo valor histórico e cultural, nem pode, nem deve, ser tratado de forma igual. Se assim fosse não falaríamos no anti-semitismo, particular, do III Reich, mas sim, e apenas, nas políticas racistas gerais daquela ideologia. Sabemos bem demais que as consequências sociais, culturais, históricas, económicas, políticas, do anti-semitismo alemão ou eslavo, do racismo, contra os africanos, não são passíveis de ser abrangidas, entendidas, pelo significado desse "outro" racismo, biológico, inato, inconfessável, inconsciente, mas presente, em cada um de nós.
Vorph "ги́ря" Valknut
We Stand in Solidarity
We as KEXP are committed to becoming an anti-racist organization. We mourn the murders of George Floyd, Breonna Taylor, Ahmaud Arbery, and all victims of racial injustice and police brutality. Black Lives Matter. We stand in solidarity with protestors across the nation who are calling for justice and accountability.
KEXP is a white-led organization with a majority-white staff, and has a majority-white audience. We are a part of a music industry that has been and continues to be exploitative of people of color, and Black musicians specifically. We're also part of a media industry that has marginalized Black and Brown voices, and a nonprofit sector that has centered and valued the contributions and expertise of white people above those of Black people and people of color. Beyond this, we are living through a global pandemic that is having an outsized impact on people of color.
KEXP has not been exempt from these patterns of injustice, and in fact we have benefited from our position of privilege. We acknowledge this, and know that we have much work to do. We also acknowledge that this statement itself is late in coming, and insufficient on its own. In all sincerity, the current situation made us take a hard look at the voices invited to craft these types of statements, and we realized that if we talked about inclusion, we needed a statement that synthesized the input of the entire organization, especially the Black staff in our community.
We are learning and listening, with particular attention to Black, indigenous, people of color (BIPOC) voices in our community. We are working on creating pathways forward to further center and uplift BIPOC voices as we work towards becoming an anti-racist organization.
Anti-Racist and Social Justice Resources
Vorph "ги́ря" Valknut
Movimentos, protestos, de ordem política e social, aqui e em todo o lado, provocaram/provocam sempre excessos e destruição de propriedade. É o que sucede quando as mudanças políticas tardam em fazer-se sentir, as urnas parecem furadas, e as forças políticas "bacorejam" indiferença. A massa humana sai à rua e para ser ouvida, ser tomada a sério grita, não fala, sendo conduzida pela raiva da indignação e não dirigida por bons gestos ou palavras mansas.
"Protestem, mostrem a vossa indignação, mas com respeitinho". Ridículo.
Vorph "ги́ря" Valknut
Sejamos "homenzinhos". Se as justas reinvidicações da sociedade civil não forem atendíveis no ordeiro sistema político e partidário, cairão, caoticamente, na Rua.
Não há, nem nunca houveram, movimentos cívicos, populares, ordeiros. Nem nunca a ordem serviu os propósitos da mudança. Etimologicamente, politicamente, são antagónicas. A transformação é antecedida, quase sempre, pela mudança desordeira. Uma desordem que mais tarde será integrada, legitimada, pela transmutação do velho sistema.
Recomendo, a propósito, a leitura deste texto, da autoria de João Campos
Vorph "ги́ря" Valknut
Na Rede Blogues Nacionais (RBN) já se pescam comendadores e comentadeiros a enrolar o abjecto racismo norte americano no isco da multidão em fúria. Na verdade quem assim pesca, fá-lo seguindo as técnicas trumpistas. Desviar para o fundo o que conta. A reiterada violência policial sobre a população negra, acompanhada pela indiferença do sistema político e judicial norte americano, são os nutrientes destes tempos de cólera.
Não admira que o Chega tenha vindo para ficar.
Adenda histórica:
Na história americana também os movimentos sociais, dos 60´s, pelos Direitos Cívicos e os Pacifistas, adversários da Guerra no Vietname, foram alcunhados, pelo "establishment" , de comunistas e terroristas, pagos por forças estrangeiras.
Vorph "ги́ря" Valknut
Vorph "ги́ря" Valknut

Sobre gráficos e estatísticas:
Conta-se que Robert McNamara, ex- Secretário de Estado, nos anos vermelhos do Vietname, inventou uma fórmula matemática, ou não fosse ele um ex-gestor de empresas, dado e dotado às matemáticas, com o propósito de saber se os EUA estariam, num dado e qualquer momento, a ganhar suja guerra. Mandou dita cabecinha, da cabecilha americana, coletar variadíssimos valores, correspondentes a variadíssimas variáveis, como, por exemplo, número de armas apreendidas ao inimigo, número de mortos, toneladas de arroz mandados aos ares, "you name it". Um general, possivelmente do Sul dos Estados Unidos, ao ver tamanha pilha de papéis, de colunas mais gráficos, perguntou, onde diabos estava matematicamente representado o "espírito, a coragem e o sentimento do inimigo". Possivelmente, ainda hoje, no Pentágono, se busca dita Chave d'Ouro.