Pogoria
Vorph "ги́ря" Valknut
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Vorph "ги́ря" Valknut
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Vorph "ги́ря" Valknut

A Depressão é uma doença. E como qualquer doença tem causas multifactoriais. Desde o desequilíbrio bioquímico entre certos neurotransmissores (serotonina, noradrenalina, dopamina), uma fraca afinidade celular entre aqueles e os seus receptores neuronais, até experiências traumáticas, estas últimas causadoras de Depressões ditas reactivas. Depois existem ainda outras, como o Transtorno Bipolar (euforia intercalada com desespero).
A Depressão prolongada provoca, com a passagem do tempo, alterações cerebrais, sendo a perda de memória um dos primeiros sinais (alterações no Hipocampo). A Depressão crónica aumenta, ainda, o risco de doenças neurológicas degenerativas como o Alzheimer.
A Depressão é uma doença "macaca", porque enquanto as outras não nos impedem de sentir momentos de prazer, de alegria (a tal recalibração mental de prioridades, provocada pelos ensinamentos da doença grave), a Depressão caracteriza-se por Anedonia.
Não há analgésicos para o sofrimento mental como os há para a dor física. Não há medicação eficaz (os antidepressivos também eles provocam alterações neuronais).
Enfim, a Depressão é o Diabo feito doença.
Quanto à famigerada culpa da Depressão, do doente, ela será idêntica à do doente oncológico, ou do engripado. Ou seja, nenhuma. A Depressão não depende da vontade ou de uma força interior. Aliás, a pior coisa que se pode dizer, a um doente com depressão, é acusá-lo, fazê-lo acreditar, que a sua doença resulta de carência de vontade, de fraqueza de ânimo. Sofrerá assim duplamente, pela doença e pelo convencimento da sua culpa. Tive Depressão. O meu pai e o meu avô também.
Vorph "ги́ря" Valknut





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Pico do Pedrinho (1374m)

Vorph "ги́ря" Valknut

Vorph "ги́ря" Valknut
Look at your young men fighting
Look at your women crying
Look at your young men dying
The way they've always done before
Look at the hate we're breeding
Look at the fear we're feeding
Look at the lives we're leading
The way we've always done before
My hands are tied
The billions shift from side to side
And the wars go on with brainwashed pride
For the love of God and our human rights
And all these things are swept aside
By bloody hands time can't deny
And are washed away by your genocide
And history hides the lies of our civil wars
D'you wear a black armband
When they shot the man
Who said "peace could last forever"
And in my first memories
They shot Kennedy
I went numb when I learned to see
So I never fell for Vietnam
We got the wall of D.C. to remind us all
That you can't trust freedom
When it's not in your hands
When everybody's fightin'
For their promised land
And
I don't need your civil war
It feeds the rich while it buries the poor
Your power hungry sellin' soldiers
In a human grocery store
Ain't that fresh
I don't need your civil war
Ow, oh no, no, no, no, no
Look at the shoes you're filling
Look at the blood we're spilling
Look at the world we're killing
The way we've always done before
Look in the doubt we've wallowed
Look at the leaders we've followed
Look at the lies we've swallowed
And I don't want to hear no more
My hands are tied
For all I've seen has changed my mind
But still the wars go on as the years go by
With no love of God or human rights
'Cause all these dreams are swept aside
By bloody hands of the hypnotized
Who carry the cross of homicide
And history bears the scars of our civil wars
I don't need your civil war
It feeds the rich while it buries the poor
Your power hungry sellin' soldiers
In a human grocery store
Ain't that fresh
I don't need your civil war
No, no, no, no, no, no, no, no, no, no, no, no
I don't need your civil war
I don't need your civil war
Your power hungry sellin' soldiers
In a human grocery store
Ain't that fresh
I don't need your civil war
No, no, no, no, no, no, no, no, no uh-oh-uh, no uh-oh, uh no
I don't need one more war
I don't need one more war
No, no, no, no uh-oh-uh, no uh-oh, uh no
Whaz so civil 'bout war anyway?
Vorph "ги́ря" Valknut
Vorph "ги́ря" Valknut
Obrigado, Tilo Wolff, pela criação sem prazo de validade.
Der Kelch Des Leben.
Vorph "ги́ря" Valknut
A História repete-se sempre que os Homens, do momento, se julgam exonerados das suas Leis.
Sobre 1848, aqui.
Vorph "ги́ря" Valknut

"Ele deu-me muito mais do que companhia. Com ele ao meu lado, encontrei uma direção, um propósito, coisas que eu não tinha"
Vorph "ги́ря" Valknut
Dá-me as mãos por brincadeira
Na dança que não dançamos,
Porque isso é uma maneira
De dizer o que pensamos.
Dá-me as mãos e sorri alto,
A vigiar o que rio,
Bem sabes que assim já falto
A pensar coisas a fio.
Não quero largar as mãos
Assim dadas por brinquedo.
Deixa-as ficar: há irmãos
Que brincam assim a medo.
Não largues, ou faz demora
A arrastar, a demorar,
As mãos pelas minhas fora,
E já deixando de olhar.
Que segredos num contacto!
Que coisas diz quem não fala!
Que boa vista a do tacto
Quando a vista desiguala!
Deixa os dedos, deixa os dedos,
Deixa-os ainda dizer
Aqueles dos teus segredos
Que não podes prometer!
Deixa-me os dedos e a vida!
Os outros dançam no chão,
E eu tenho a alma esquecida
Dentro do teu coração.
Todo o teu corpo está dado
Nas tuas mãos que retenho.
Mais vale ter enganado
Do que ter porque não tenho.
28-10-1930
Pessoa Inédito. Fernando Pessoa. (Orientação, coordenação e prefácio de Teresa Rita Lopes). Lisboa: Livros Horizonte, 1993. - 8.
Vorph "ги́ря" Valknut

(Na imagem, Clio)
Dizem-nos que não podemos julgar, moralmente, o Passado, nas suas dinâmicas culturais mais gerais, porque as modas e os modelos eram outros. Julgo que tal argumentação é um tanto ou quanto falaciosa, porque se assim fosse, tradições antigas continuariam presentes, e determinados ensinamentos, continuariam a ser aprendidos. O aperfeiçoamento moral do Homem, mas não só, consiste em usar a verdade do Presente, com o propósito de não ser o Futuro imitação do Passado. A esta dialéctica deu-se o nome de Progresso.
Se a Ciência é uma contínua reconstrução do Conhecimento Passado, porque diabos a História há de ficar para trás?
Dir-me-ão, a Bem da Nação? Sim, o Bem da Nação faz-se, frequentemente, sacrificando a Verdade.
Vorph "ги́ря" Valknut
Vorph "ги́ря" Valknut
Devemos avaliar a Estatuária, a Escultura, pelo que vale esteticamente ou pelo que representa politicamente, historicamente? Devemos ver nas Estátuas, nas Esculturas, a celebração de um feito, concreto, ou uma homenagem completa à vida inteira do esculpido?
Para bem de todos julgo que é melhor avaliarmos a Arte através da beleza das formas e do engenho do artífice. A tal Arte, pela Arte. Para bem da Arte deveremos deixar a Política e a Religião do lado de fora.
Vorph "ги́ря" Valknut
(Could Deepen, a partir do minuto 5:35, Magistral)
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Mais, aqui.
Quem representará o espírito das manifestações? Os iconoclastas ou Patrick Hutchinson? Julgo que cada um escolherá o que quer ver. A maioria de nós preocupa-se mais em não perder a razão do que em encontrar a verdade.