Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Blogue de Alterne

Gosto de, sob o Facho, usar a Foice mas, tenho, no Martelo, o meu maior prazer.

Blogue de Alterne

Gosto de, sob o Facho, usar a Foice mas, tenho, no Martelo, o meu maior prazer.

29 Jul, 2019

...

As linhas prosseguidas pelos partidos conduzir-nos-ão ao desastre. Falam no multiculturalismo, que consiste em misturar, num saco, toda a diversidade humana, e deus saberá qual o resultado. Eles querem ver-se livres da diversidade existente, todos esses pequenos homens cinzentos, pretendem livrar-se da beleza das diferentes culturas. Detestam o que é natural, nobre, belo. Pretendem tornar-nos, a todos, como eles. Pequenos e cinzentos. Nós dizemos que isso não resultará, nem devemos desejar que resulte. Podemos viver em paz e felizes, lado a lado, em diferentes países, com desenvolvimentos diferentes, especificidades diferentes. Mas não podemos, não devemos misturar tudo, pessoas e culturas com diferentes valores, culturas divergentes. Isso apenas nos conduzirá ao caos. Esta politica de misturas, do multiculturalismo, o que realmente significa? Não significa, decerto, Liberdade, Irmandade. Isso são invenções criadas pelas forças vis que querem destruir, explorar o povo no fururo, como fizeram no passado. Todos sabemos o que aconteceu na década de 30, do seculo XX. Todas estas Forças da Finança foram para esses países esquecidos, explorarem as suas pessoas, para produzirem bens baratos sob condições desumanas, arruinando as fábricas e o trabalho digno de milhões de europeus. Têm-nos substituído por trabalhos humilhantes, pagos com salários de fome. Com que propósito? O Lucro, apenas. E o que aconteceu entretanto. A China, o país mais populoso do mundo, lançada nas mãos do comunismo. Mas o que se esperava quando as pessoas são tratadas de forma humilhante, lançadas na pobreza, na miséria? Tem sido este o resultado da Financeirização do Mundo. A Finança sempre ávida de novos mercados, para explorar. E para onde ela se volta quando os trabalhadores já não aguentam mais, morrendo de exaustão, de doença, pondo fim às suas vidas? Para novas pastagens, terras virgens, onde erigem as suas bandeiras. E os europeus perante esta sempre nova exploração fecham os olhos, não querendo saber. Mas um dia os seus empregos também se perderão. É isto o que queremos para a Europa? E montadas nos seus gigantescos lucros as Corporações tomarão, tomaram conta dos governos, da nossa vontade, escolherão, por nós, e para nós o nosso futuro. É uma infantilidade pensarmos que os Governos governam os seus países. O Governo mundial é o Governo da Finança e o único Poder real o do Dinheiro

15 Jul, 2019

...

A Maldade absoluta é para nós incompreensível, pois só a entendemos sob o prisma da doença, nalguma forma de desequilíbrio mental. Já a Bondade, pura, confundimo-la, frequentemente, com a simples estupidez. Os nossos Padrões oscilam, portanto, entre a patologia e a estultícia. Onde, diabos, ficamos nós?

15 Jul, 2019

...

E se tudo, ou quase tudo, nesta vida, tem propósito num mal entendido?

"Joana Rosa, ouviu o mar chamar por ela, lá da cidade e resolveu então partir para voltar, num lindo dia à felicidade. Foi para Lisboa, adeus cá vou, tenho irmãos, família em toda parte. Poço dos negros, Bairro da Sorte Mala na mão, perdida na cidade. Cais do Sodré, sardinha "biba": Quem quer, quem quer? Pode escolher. Canto pregão pela cidade. Boca tão fresca, sorriso aberto de ingenuidade. Foi para Lisboa, adeus cá vou. Tenho irmãos, família em toda a parte. Entristeceu, chorou, bebeu. Longe da terra ficou com a saudade.. Foi para Lisboa, adeus cá vou. Tenho irmãos, família em toda a parte. Entristeceu, chorou, bebeu. Longe da terra ficou com a saudade... Foi para Lisboa, adeus cá vou. Tenho irmãos, família em toda a parte. Entristeceu, chorou, bebeu. Longe da terra ficou com a saudade…"

14 Jul, 2019

...

 

O Relativismo Moral conduz, numa primeira fase, ao Diletantismo da Razão, e numa segunda, à Inacção. E entre o que age e o que assiste pouca diferença há.

Talvez este diálogo seja o melhor resumo dos perigos, das contradições, da arrogância, da hipocrisia do "politicamente correcto", em defesa da "biodiversidade". 

 

Sem certezas, tudo será permitido. Para haver certezas, há que simplificar o Real. E há também assim o risco de errarmos. Mas qual será pior? Agirmos e errarmos, ou permitirmos o erro pela nossa inacção?

Pág. 1/2