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B(V)logue de Alterne

Gosto de, sob o Facho, usar a Foice mas, tenho, no Martelo, o meu maior prazer.

B(V)logue de Alterne

Gosto de, sob o Facho, usar a Foice mas, tenho, no Martelo, o meu maior prazer.

07.02.19

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Vorph Valknut

Cenografia
Muito mais do que decoração e ornamentação, a cenografia é a técnica de organizar todo o espaço onde as acções dramáticas são encenadas. A cenografia é uma parte importante do espectáculo, pois ela ambienta e ilustra o espaço/tempo materializando o imaginário e aproximando o público da representação. A cenografia cria e transforma o espaço cénico.

07.02.19

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Vorph Valknut

Aviso Parental: M/18

 

Cenografia
Muito mais do que decoração e ornamentação, a cenografia é a técnica de organizar todo o espaço onde as acções dramáticas são encenadas. A cenografia é uma parte importante do espectáculo, pois ela ambienta e ilustra o espaço/tempo materializando o imaginário e aproximando o público da representação. A cenografia cria e transforma o espaço cénico.

 

07.02.19

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Vorph Valknut

"Torno-me naquele que nunca falha, pois para trás de mim ficam apenas os meus próprios passos".

Gaahl, 23:36

06.02.19

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Vorph Valknut

 

Segundo a Cibernética e a Física, à medida que os sistemas, vivos, ou não, se complexificam, são obrigados a aperfeiçoar/criar contra-medidas a uma crescente probabilidade de desestruturação pela acumulação, potencial, de erros de funcionamento. Esta estabilidade é assegurada por subsistemas especializados na geração (ex: sentidos), comunicação (ex: feixes nervosos) e colecção/interpretação da informação (memória/cérebro). Este aumento de fluxo informacional é o preço, sempre a pagar, pela complexificação dos organismos/sistemas, porque para uma crescente complexidade, aumentará, proporcionalmente, a entropia/possibilidade de erro/descoordenação entre as partes constituintes desse mesmo sistema. Contudo segundo, também, a cibernética quanto mais informação o sistema tiver disponível, maior as probabilidades de erro/má interpretação dessa mesma informação (o chamado ruído comunicacional).

 

Esquematicamente:

 

Complexidade do Sistema »»»»Maior probabilidade de desordem interna pela descoordenação das suas partes constitutivas»»»»»Necessidade de coordenação e uso correcto/transmissão da informação»»»»aumento da informação/dados transmitidos»»»»maior a probabilidade de erro»»»»necessidade de mais subsistemas correctores dos erros»»»Maior complexidade (fecho do ciclo)

 

....toda esta conversa fiada, porque constato, que neste mundo digital, onde por dia são produzidos/lançadas na rede "gigas" de nova informação, torna-se cada vez mais complexo distinguir a verdade da informação, do erro informacional. Nunca como hoje houve tanta informação, e nunca como hoje sentimos saber tão pouco. Não será esta incapacidade de tratar/interpretar a informação, uma real ameaça à estabilidade do sistema em que vivemos e que vive em nós?

06.02.19

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Vorph Valknut

 

Alone in darkness I enjoy the most
Alone in the night hours
Free yourself from light of the day
Bend over my poetry, you should hear my poetry

Night after night I am here
to get answers for riddles
don't want, don't want to stay

Laced around my throat, a roll
which brings me to the night's kingdom
I dance so gentle around in my room
feeling the time has come

Plagued and squirmed each day
what is the aim of my travel?
bed is untouched, poetry is clear

Laced around my throat, a roll
The sun rises in east
Sitting and waiting for the response
Light brings me to rest

 

04.02.19

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Vorph Valknut

"Behind the curtain
Laid to ruins
Words that drift
Into oblivion
With every dawn
The world deforms
And as we fade
Our truth it dies
Our poetry of broken dreams
An abattoir of time
Deep in the hive of the serpent
We shed the disguises we have worn
A curtain of madmen
We are the illusions we have torn
Death and the labyrinth
Swallowed by earth itself
With every dawn
Of hunger and thirst
The world deforms
To a pale uncertain ash
Words without sound
Fade away as they are swallowed
Swallowed by barriers and walls
Like a swarm
Deep in the hive of the serpent
We shed the disguises we have worn
A curtain of madmen
We are the illusions we have torn
Our poetry of broken dreams
An abattoir of time
Death and the labyrinth
Swallowed by earth itself"

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