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B(V)logue de Alterne

Gosto de, sob o Facho, usar a Foice mas, tenho, no Martelo, o meu maior prazer.

B(V)logue de Alterne

Gosto de, sob o Facho, usar a Foice mas, tenho, no Martelo, o meu maior prazer.

18.12.18

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Vorph "ги́ря" Valknut

1 Coríntios 13

Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o sino que ressoa ou como o prato que retine. 2 Ainda que eu tenha o dom de profecia e saiba todos os mistérios e todo o conhecimento, e tenha uma fé capaz de mover montanhas, se não tiver amor, nada serei. 3 Ainda que eu dê aos pobres tudo o que possuo e entregue o meu corpo para ser queimado[a], se não tiver amor, nada disso me valerá.
4 O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. 5 Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. 6 O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. 7 Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
8 O amor nunca perece; mas as profecias desaparecerão, as línguas cessarão, o conhecimento passará. 9 Pois em parte conhecemos e em parte profetizamos; 10 quando, porém, vier o que é perfeito, o que é imperfeito desaparecerá. 11 Quando eu era menino, falava como menino, pensava como menino e raciocinava como menino. Quando me tornei homem, deixei para trás as coisas de menino. 12 Agora, pois, vemos apenas um reflexo obscuro, como em espelho; mas, então, veremos face a face. Agora conheço em parte; então, conhecerei plenamente, da mesma forma como sou plenamente conhecido.
13 Assim, permanecem agora estes três: a fé, a esperança e o amor. O maior deles, porém, é o amor.

18.12.18

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Vorph "ги́ря" Valknut

"Porque é que as pessoas se entregam ao comunismo?  Entregam-se, quando foram exploradas,  empobrecidas e abandonadas. Todos os países que se tornaram comunistas foram explorados , por outros, durante muito tempo.

 

Oswald Mosley

18.12.18

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Vorph "ги́ря" Valknut

 


Tenho tanto sentimento
Que é frequente persuadir-me
De que sou sentimental,
Mas reconheço, ao medir-me,
Que tudo isso é pensamento,
Que não senti afinal.

Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada.

Qual porém é verdadeira
E qual errada, ninguém
Nos saberá explicar;
E vivemos de maneira
Que a vida que a gente tem
É a que tem que pensar.

 

18-9-1933 , Fernando Pessoa

18.12.18

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Vorph "ги́ря" Valknut

 

Constituição da República Portuguesa

 

Artigo 196.º
(Efectivação da responsabilidade criminal dos membros do Governo)

 

1. Nenhum membro do Governo pode ser detido ou preso sem autorização da Assembleia da República, salvo por crime doloso a que corresponda pena de prisão cujo limite máximo seja superior a três anos e em flagrante delito - Portanto, um Deputado tem a possibilidade Constitucional  de não ser detido ou preso, independentemente do crime imputado (ex: violação, pedofilia, em que a probabilidade da prática continuada do crime é elevada ), caso não seja "apanhado" em flagrante delito (o "e"faz toda a diferença!!)

 

Artigo 13.º
(Princípio da igualdade)


1. Todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e são iguais perante a lei.
2. Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual.

18.12.18

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Vorph "ги́ря" Valknut

 

 

 

A subjectividade, as excepções previstas nas Constituições, têm como propósito dotar o Estado de um Poder discricionário, sobre os Direitos Individuais, Poder, esse, antagonista de um qualquer tipo de Direito do Homem, dito, Fundamental. 

 

As Constituições modernas tem como último propósito a Defesa do Estado em prejuízo da Soberania dos Direitos dos Cidadãos. Isso é particularmente evidente nos designados e altamente subjectivos, Estados de Emergência:

 

Constituição da República Portuguesa

 

Artigo 19.º
(Suspensão do exercício de direitos)

 

2. O estado de sítio ou o estado de emergência só podem ser declarados, no todo ou em parte do território nacional, nos casos de agressão efectiva ou iminente por forças estrangeiras, de grave ameaça ou perturbação da ordem constitucional democrática ou de calamidade pública.  - Como se "mede" o valor da Ameaça?

 

3. O estado de emergência é declarado quando os pressupostos referidos no número anterior se revistam de menor gravidade e apenas pode determinar a suspensão de alguns dos direitos, liberdades e garantias susceptíveis de serem suspensos  - Quais?

 

5. A declaração do estado de sítio ou do estado de emergência é adequadamente fundamentada e contém a especificação dos direitos, liberdades e garantias cujo exercício fica suspenso, não podendo o estado declarado ter duração superior a quinze dias, ou à duração fixada por lei quando em consequência de declaração de guerra, sem prejuízo de eventuais renovações, com salvaguarda dos mesmos limites - significa, em termos práticos, não haver qualquer limite de prazos.

 

6. A declaração do estado de sítio ou do estado de emergência em nenhum caso pode afectar os direitos à vida, à integridade pessoal, à identidade pessoal, à capacidade civil e à cidadania, a não retroactividade da lei criminal, o direito de defesa dos arguidos e a liberdade de consciência e de religião   - contrastemos, o Artigo 19, alínea 6, com o Artigo 276, alínea 2 e 6.

 

Artigo 276.º
(Defesa da Pátria, serviço militar e serviço cívico)  

 

2. O serviço militar é regulado por lei, que fixa as formas, a natureza voluntária ou obrigatória, a duração e o conteúdo da respectiva prestação.

 

6. Nenhum cidadão poderá conservar nem obter emprego do Estado ou de outra entidade pública se deixar de cumprir os seus deveres militares ou de serviço cívico quando obrigatório.

 

As Constituições servem para Proteger os Estado Nacionais, de Estados Estrangeiros, mas também dos seus Cidadãos.