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Blogue de Alterne

Gosto de, sob o Facho, usar a Foice mas, tenho, no Martelo, o meu maior prazer.

Blogue de Alterne

Gosto de, sob o Facho, usar a Foice mas, tenho, no Martelo, o meu maior prazer.

...

It gave us a purpose, sometimes
It gave us a reason, and a rhyme
Looking for meaning in song
Such inner searching, so long
So long

But we laughed
And we cried
And we fought
And we tried
And we failed
But I loved you
I loved you

Building foundations, straining
Such good intentions, failing
Slowly we faltered from the line
Slowly dissolving our time
Our time

 

...

What happened, Mr. Bernstein... to the land of plenty. When there's plenty for the few, and nothing for the plenty. Is that the American Dream?

Mr. Bernstein, sir there are people who sit and wait their lives away on the promise of the dream that will not come... they are the sheep.

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A "Civilização", a Cidade, provém da descoberta da Agricultura . À Agricultura seguiu-se o desperdício/ostentação (acumulação de "coisas" para além das necessidades), a propriedade privada (consequentemente o uso da violência para a conservar), e o conflito em larga escala (pela invenção do "Estado"), este, um produto da crescente desigualdade material e da decrescente distribuição do Poder. Surgem, assim, as dinastias/famílias dominantes e a luta, outrora reduzida à (sobre)vivência, transforma-se num luta pela super-vivência, arrastando tudo e todos para o proveito de uns quantos.

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“The values to which people cling most stubbornly under inappropriate conditions are those values that were previously the source of their greatest triumphs"

“The people whose children had to walk barefoot to school killed the people who could buy shoes for theirs.”

Jared Diamond, Prémio Pulitzer

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“I know that our efforts all come to nothing. I know the end of us all is nothing, I know that at the end of Time, the reward of our toil will be nothing— and again nothing. I know that all our handiwork will be destroyed. I know that not even ash will be left from the fires that consume us. I know that our ideals, even those we achieve, will vanish in the eternal darkness of oblivion and final non-being. There is no hope, none, in my heart. No promise, none, can I make to myself and to others. No recompense can I expect for my labors. No fruit will be born of my thoughts. The Future—eternal seducer of all men, eternal cause of all effects—offers me nothing but the blank prospect of annihilation.”

“The man who is alone, who stands on his own feet, who is stripped bare, who asks for nothing and wants nothing, who has reached the apex of disinterested­ness not through blind renunciation but through ex­cess of clear vision, turns to the world which stretches out before him as a burned prairie, as a devastated city —a world in which no churches, asylums, refuges, ideals, are left—and says: “Though you promise me nothing I am still with you, I am still an atom of your energies, my work is part of your work; I am your companion and your mirror as you march on your merciless way.”

“There are those who have a desire to love, but do not have the capacity to love”

 

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A Evolução do Mal - ep1

Um mundo sem valores é um mundo sem valor. Um mundo sem uma Moral Absoluta aceita a barbaridade como uma questão de "gosto", de "costume", de "cultura", de "religião". Pois bem, eu digo, ao Mal nunca nos devemos acostumar.

As culturas, por si só, não criam "monstros", pois existem outros, que criados nessas mesmas culturas, pensam e agem contra a barbárie. Os "monstros" apenas usam, instrumentalizam, a cultura como uma forma de defesa, de justificação, para a sua monstruosidade. E, diga-se de passagem, com cada vez maior sucesso, em virtude do sentimento de culpa atávico, e do relativismo moral, "new age", da sociedade ocidental. A Cultura não legitima uma "cultura" de Violência, pois a violência, por si, não é, nem nunca foi, uma questão de cultura.

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As Nações Unidas têm facilitado mais os assassinos em massa, do que a sua prevenção. Os lideres sanguinários sentem-se impunes perante a passividade da comunidade internacional, perante o seu relativismo moral (afinal são culturas diferentes; países soberanos; lideres "eleitos") . É nossa obrigação moral , fazer saber a todos os ditadores, a todos os torturadores, de que a comunidade internacional intervirá com toda a rapidez necessária, em defesa da vida e dignidade humanas, intervenção essa legitimada pela ideia de que mais que cidadãos,  adeptos de uma qualquer corrente religiosa, ou política, somos, todos, em primeiro lugar, pessoas humanas, e como tal dotados, igualmente,  de Direitos Inalienáveis e Universais como aqueles consagrados pela Declaração Universal dos Direitos Humanos. Os lideres sanguinários, responsáveis por assassinos em massa não devem esperar outra coisa senão o julgamento justo, ou se for necessária a sua execução.

Daniel Jonah Goldhagen (texto adaptado)

 

Num mundo global, interligado, interdependente, não devem existir "assuntos internos". Os lideres comunistas, os ditadores, os políticos sem legitimidade, os abusadores, os torturadores, dizem: "Não interfiram nos nossos assuntos internos. Deixem-nos governar, nós temos os nossos costumes, vocês ignoram a história do nosso país, a nossa civilização. Por isso deixem-nos massacrar em paz e em silêncio." Mas eu rogo-vos, lideres do Ocidente. Venham e interfiram.

― Alexander Solzhenitsyn, Warning to the West (texto adaptado)

 

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